Pamela foi vítima de feminicídio no ano passado, quando tinha 29 anos. O ex-namorado Gianluca Soncin, de 52 anos, esfaqueou a vítima várias vezes dentro do apartamento dela em Milão (Itália), por volta das 22h de 7 de outubro.
Segundo autoridades locais, o assassino tentou tirar a própria vida logo depois do ataque, desferindo golpes com a mesma faca contra o próprio pescoço. Ainda vivo, apesar do tentativa de suicídio, foi levado sob custódia ao Hospital Niguarda. Depois, ele foi encaminhado para a prisão de San Vittore, também em Milão, onde foi trancafiado numa solitária.
©Foto: Reprodução/Instagram
Pamela Genini foi assassinada em outubro de 2025. O principal suspeito é o ex-namorado, o empresário italiano Gianluca Soncin, de 52 anos. O crime ocorreu no terraço de um apartamento no bairro de Gorla, em Milão.
Nas redes sociais, Pamela compartilhava sua rotina entre Milão, Monte Carlo e Dubai, onde mantinha uma vida ligada ao universo da moda e dos negócios.
Alguns meses depois da morte da modelo, a família decidiu retirar o corpo do túmulo provisório e transferi-lo para a capela familiar. Nesse momento, perceberam que Pamela tinha sido vítima de mais um crime. O caixão foi violado e a cabeça da modelo não estava mais lá. Na cena do crime, encontraram muitos parafusos espalhados e silicone "fresco", usado pelos criminosos para selar o caixão novamente.
A procuradoria pública de Bergamo abriu uma investigação sobre o caso. Os crimes julgados são de profanação de cadáver e roubo de cabeça, previstos no artigo 411 do código penal italiano. A polícia suspeita que pelo menos três ou quatro pessoas tenham participado do ato e, dadas as condições do caixão eximnado pela perícia, a violação é recente. A pena, para os responsáveis, poderá variar de dois a sete anos, com agravantes a serem determinados pela Justiça pelo fato de o crime ter acontecido dentro do cemitério.
Pamela e o ex-namorado Gianluca Soncin, que a esfaqueou em outubro do ano passado — Foto: Reprodução
Quem era a modelo
Pamela Genini era natural de Strozza, uma pequena vila na província de Bérgamo. Ela dividia sua rotina entre Milão, Monte Carlo e Dubai, e se definia como “modelo e jovem empreendedora”. Ela participou da fundação da marca de biquínis EP SheLux, criada ao lado da amiga Elisa Bortolotti, que prestou uma emocionante homenagem à vítima nas redes sociais: "Louca, sim, mas não o suficiente para não saber o que estava fazendo. Só espero que haja justiça. Adeus, Pam, você nunca envelhecerá. Eu te amo, minha amiga".
Pamela era modelo e empresária, sendo cofundadora da da marca de biquínis EP SheLux, criada ao lado da amiga Elisa Bortolotti — Foto: Reprodução
O ex-namorado já perseguia Pamela havia um tempo. Ele invadiu um apartamento dela em Milão com uma cópia das chaves, feitas sem o conhecimento de Pamela, e a esfaqueou vezes.
Antes de morrer, a vítima tentou pedir ajuda a uma amiga em mensagem pelo celular: "Estou com medo. Esse cara é completamente louco... Não sei o que fazer". As mensagens foram enviadas às 21h46 de 7 de outubro e, seis minutos depois, ela mandou a última mensagem: "Teso, o que eu faço? Ele tem uma chave reserva, ele entrou". A amiga tentou tranquilizá-la dizendo que a polícia estava a caminho, mas a morte não foi evitada.
Gianluca ainda não se pronunciou sobre as motivações para o crime. Advogados o isentaram de declarações alegando "problemas de saúde mental".
Pamela Genini foi assassinada em outubro de 2025. O principal suspeito é o ex-namorado, o empresário italiano Gianluca Soncin, de 52 anos. O crime ocorreu no terraço de um apartamento no bairro de Gorla, em Milão.
Nas redes sociais, Pamela compartilhava sua rotina entre Milão, Monte Carlo e Dubai, onde mantinha uma vida ligada ao universo da moda e dos negócios.
Alguns meses depois da morte da modelo, a família decidiu retirar o corpo do túmulo provisório e transferi-lo para a capela familiar. Nesse momento, perceberam que Pamela tinha sido vítima de mais um crime. O caixão foi violado e a cabeça da modelo não estava mais lá. Na cena do crime, encontraram muitos parafusos espalhados e silicone "fresco", usado pelos criminosos para selar o caixão novamente.
A procuradoria pública de Bergamo abriu uma investigação sobre o caso. Os crimes julgados são de profanação de cadáver e roubo de cabeça, previstos no artigo 411 do código penal italiano. A polícia suspeita que pelo menos três ou quatro pessoas tenham participado do ato e, dadas as condições do caixão eximnado pela perícia, a violação é recente. A pena, para os responsáveis, poderá variar de dois a sete anos, com agravantes a serem determinados pela Justiça pelo fato de o crime ter acontecido dentro do cemitério.
Pamela e o ex-namorado Gianluca Soncin, que a esfaqueou em outubro do ano passado — Foto: Reprodução
Quem era a modelo
Pamela Genini era natural de Strozza, uma pequena vila na província de Bérgamo. Ela dividia sua rotina entre Milão, Monte Carlo e Dubai, e se definia como “modelo e jovem empreendedora”. Ela participou da fundação da marca de biquínis EP SheLux, criada ao lado da amiga Elisa Bortolotti, que prestou uma emocionante homenagem à vítima nas redes sociais: "Louca, sim, mas não o suficiente para não saber o que estava fazendo. Só espero que haja justiça. Adeus, Pam, você nunca envelhecerá. Eu te amo, minha amiga".
Pamela era modelo e empresária, sendo cofundadora da da marca de biquínis EP SheLux, criada ao lado da amiga Elisa Bortolotti — Foto: Reprodução
O ex-namorado já perseguia Pamela havia um tempo. Ele invadiu um apartamento dela em Milão com uma cópia das chaves, feitas sem o conhecimento de Pamela, e a esfaqueou vezes.
Antes de morrer, a vítima tentou pedir ajuda a uma amiga em mensagem pelo celular: "Estou com medo. Esse cara é completamente louco... Não sei o que fazer". As mensagens foram enviadas às 21h46 de 7 de outubro e, seis minutos depois, ela mandou a última mensagem: "Teso, o que eu faço? Ele tem uma chave reserva, ele entrou". A amiga tentou tranquilizá-la dizendo que a polícia estava a caminho, mas a morte não foi evitada.
Gianluca ainda não se pronunciou sobre as motivações para o crime. Advogados o isentaram de declarações alegando "problemas de saúde mental".
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