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Gêmeas nascem com tons de pele diferentes e conquistam a web: “Foi uma surpresa”

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Maryelle e Maylla, filhas de Laianny, nasceram com tonalidades de pele distintas, apesar de serem gêmeas. O caso, considerado raro, chamou atenção da equipe médica e da própria família.

Gêmeas nascem com tons de pele diferentes e conquistam a web: “Foi uma surpresa” (Foto: Instagram)

A mãe descobriu a gravidez no ano passado e, meses depois, foi informada de que esperava gêmeos. “Foi uma surpresa atrás da outra”, afirmou. Desde o nascimento, a diferença na pigmentação entre as duas ficou evidente.

Gêmeas nascem com tons de pele diferentes e conquistam a web: “Foi uma surpresa” (Foto: Instagram)

Segundo especialistas, as meninas são gêmeas bivitelinas, ou seja, não idênticas. Isso ocorre quando dois óvulos diferentes são fecundados por dois espermatozoides distintos. Por esse motivo, cada uma carrega uma combinação genética própria, o que pode resultar em características físicas distintas.

O tom de pele é determinado pela quantidade e tipo de melanina produzida no corpo, que varia conforme a herança genética. Como os pais apresentam características genéticas variadas, uma condição comum em famílias miscigenadas, essa diversidade pode resultar em filhos com cores de pele diferentes.

Gêmeos bivitelinos, também conhecidos como gêmeos fraternos ou dizigóticos, são a forma mais comum de gestação gemelar. Eles são resultado de um processo biológico completamente diferente do que dá origem aos gêmeos idênticos, e a principal característica que os define é a sua genética.

Como os gêmeos bivitelinos se formam?

Ao contrário dos gêmeos idênticos, que se originam de um único óvulo fecundado que se divide, os gêmeos bivitelinos se formam quando dois óvulos distintos são liberados e fecundados por dois espermatozoides diferentes. É como se fossem duas gestações que acontecem ao mesmo tempo no mesmo útero.

Cada embrião bivitelino tem a sua própria estrutura de suporte, ou seja, cada um desenvolve a sua própria placenta e a sua própria bolsa amniótica. Isso torna a gravidez bivitelina, em geral, menos complexa do que as gestações de gêmeos idênticos, onde os bebês podem compartilhar a mesma placenta ou bolsa, o que aumenta os riscos.

Genética e características:

Por se originarem de óvulos e espermatozoides diferentes, os gêmeos bivitelinos têm um material genético distinto. Eles compartilham cerca de 50% de seu DNA, exatamente a mesma porcentagem que irmãos não gêmeos. Por isso, eles não são fisicamente idênticos e podem:

  • Ser do mesmo sexo ou de sexos diferentes.

  • Ter diferentes tipos sanguíneos.

  • Apresentar características físicas distintas, como cor dos olhos, cabelo e pele, peso e altura.

  • Ter personalidades e temperamentos diferentes.

Apesar de serem chamados de "gêmeos", geneticamente, eles são como dois irmãos comuns que nasceram na mesma gestação.

Fatores que influenciam a gestação de gêmeos bivitelinos:

A tendência para ter gêmeos bivitelinos tem um forte componente genético, que geralmente é transmitido pela família da mãe. Mulheres que têm um histórico familiar de gêmeos bivitelinos, especialmente por parte materna, têm uma chance maior de ter esse tipo de gestação. Isso ocorre porque a predisposição para liberar mais de um óvulo por ciclo menstrual (hiperovulação) pode ser hereditária.

Além da genética, outros fatores que podem aumentar a chance de uma gestação bivitelina incluem a idade da mãe (a probabilidade aumenta com o avanço da idade), tratamentos de fertilidade e o número de gestações anteriores.

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